
Terapia manual, quiropraxia e exercícios prescritos combinados com educação em dor — conduzidos por profissional com pós-graduação específica em Dor.
Agendar AvaliaçãoDor crônica é definida como dor persistente por mais de 3 meses. Envolve mecanismos neuroplásticos que ultrapassam a lesão inicial e exige abordagem integrada — terapia manual, exercícios, educação em dor e, quando necessário, manejo interdisciplinar.
Redução consistente de dor com efeito acumulativo ao longo do plano de tratamento.
Diminuição da dependência de anti-inflamatórios e analgésicos.
Retorno gradual à atividade física e melhora de qualidade de vida.
Anamnese detalhada de história dolorosa, exames complementares, mapeamento de gatilhos e comorbidades.
Liberação miofascial, mobilização e ajustes vertebrais específicos para reduzir input nociceptivo periférico.
Programa progressivo de mobilidade, fortalecimento e reeducação motora integrado ao dia-a-dia.
Compreensão dos mecanismos da dor crônica reduz medo-evitação e melhora resposta ao tratamento (evidência de alta qualidade).
The Lancet Low Back Pain Series (Foster et al., 2018) posiciona terapia manual e exercícios como primeira linha para dor lombar crônica. Revisão Cochrane (2019) confirma benefício da manipulação vertebral. Educação em dor tem evidência robusta na redução de catastrofização e melhora funcional (Louw et al., 2016).
Dor persistente por mais de 3 meses, mesmo após a resolução do estímulo inicial. Envolve alterações neuroplásticas centrais e periféricas que exigem abordagem clínica integrada.
Diretrizes internacionais (Lancet 2018) posicionam terapia manual e exercícios prescritos como primeira linha para dor musculoesquelética crônica, com maior efeito quando integrados a educação em dor.
Não. O objetivo é reduzir progressivamente a dependência medicamentosa através de terapia manual, exercícios e reeducação motora. Cada plano é individualizado.
Quadros crônicos exigem consistência: melhora perceptível costuma ocorrer entre 4–8 semanas, com evolução sustentada ao longo de meses. Reavaliação periódica orienta ajustes.
Sim. Evidência mostra que mesmo dores de longa duração respondem a protocolos integrados. Não existe janela de exclusão — existe janela de oportunidade.
Atendimento individual na Av. Paulista, São Paulo — com plano de tratamento desenhado sob medida.
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